As mulheres que estavam em visita íntima, inclusive algumas que foram feitas reféns na rebelião que começou no início da tarde desta quarta-feira (16), estão sendo liberadas na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta. Elas estavam na unidade prisional desde as 9h.
A equipe de reportagem do portal Nominuto.com, que está no local, conseguiu falar com uma das grávidas, grupo que foi liberado primeiro. A mulher, que não quis se identificar, afirmou que, em frente ao portão de acesso da penitenciária, há três presos ensangüentados, com ferimentos graves.
Ela disse ainda que estava no Pavilhão 5 e não foi feita refém, mas escutou a quando a “batedeira” começou.
O secretário estadual da Justiça e da Cidadania, Leonardo Arruda, e o capitão José Deques, coordenador dos presídios do estado, negaram que tenha havido morte, mas não souberam informar sobre essa pessoa/corpo que foi transportada em um carro-de-mão.
Leonardo Arruda informou, em seu twitter, que a situação já está controlada e fez ainda uma afirmação polêmica: "Não considero familiar de preso como refém. Isto foge da lógica das prisões. No máximo, escudos humanos ou cúmplice", disse.
Fonte: Nominuto.com
quarta-feira, 16 de junho de 2010
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