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terça-feira, 6 de julho de 2010

ssassinato de entregador de medicamentos completa um ano e permanece sem autoria

Passado exato um ano da morte do entregador de medicamentos Restanyery Romerito da Costa Pontes, assassinado quando ainda tinha 24 anos, o crime permanece sem autoria.
Familiares da vítima não têm mais dúvidas de que o entregador foi vítima de latrocínio, mas até o momento o caso continua sendo tratado pela 1ª Delegacia de Polícia como homicídio já que a vítima não teve nenhum objeto roubado. O crime ocorreu por volta das 20h30 de uma segunda-feira, nas proximidades ao Museu Lauro da Escóssia, no centro da cidade, em um trecho de pouca iluminação.
De início a Polícia Militar acreditava que Restanyery Romerito tivesse sido vítima de um acidente de moto, mas ao chegarem ao local descobriram que tratava-se de um crime de latrocínio.
A vítima estava em uma Honda Fan preta e havia se chocado com uma árvore indo parar de encontro a uma parede. Devido ao choque, seu corpo sofreu várias lesões. Porém, a dúvida só foi esclarecida com a chegada do Instituto Técnico-científico de Polícia (ITEP) de Mossoró.
Ao fazer os primeiros exames no corpo da vítima, os peritos perceberam que havia uma perfuração provocada por um projétil de arma de fogo nas costas da vítima, um pouco acima de suas nádegas. O tiro foi transfixante e saiu próximo ao coração da vítima.
Os ladrões teriam fugido do local sem levar nenhum pertence da vítima. A mãe da vítima, Reijane da Rocha Pontes Costa vive atualmente à base de medicamentos e sempre se emociona ao falar do filho. Ele disse que Restanyery não tinha inimigos ao ponto de ser assassinado durante uma emboscada. Para ela, seu filho reagiu a uma tentativa de assalto e por isso foi baleado.
"Ele era um rapaz trabalhador. Não tinha vício nenhum. Não bebia. Quando não estava trabalhando, ficava aqui fazendo um bico como mototaxista", disse a mãe emocionada.
Restanyery trabalhava como entregador de medicamentos da Droga Nossa, que fica no centro de Mossoró. No momento de sua morte, ele havia saído para fazer uma entrega próximo ao Museu, local onde foi alvejado. Ele era casado, mas não tinha filhos.
Segundo parentes, ele foi trabalhar na Droga Nossa no lugar de seu irmão, que pediu para sair da empresa com medo de violência e de assaltos.
O delegado Luís Fernando, titular da Delegacia Especializada em Furtos e Roubos (DEFUR) disse que caso haja alguma nova pista que aponte para crime de latrocínio ele irá tomar parte nas investigações.


Fonte: Gazeta do Oeste

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