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terça-feira, 11 de junho de 2013

Delegada Sheila Freitas investigará sequestro de empresário em Mossoró


A delegada Sheila Freitas, da Divisão Especial de Investigação e de Combate ao Crime Organizado (Deicor), foi designada para investigar o sequestro do filho do empresário Fábio Porcino, Fabinho Porcino. A informação foi confirmada pelo secretário estadual de Segurança Pública e Defesa Social, Aldair da Rocha.

De acordo com o secretário, ainda na noite desta segunda-feira (10), a delegada viajará para Mossoró para começar os trabalhos de investigação. “Em primeiro momento, a delegada Sheila Freitas tomará pé da situação para começar os trabalhos”, informou. Mesmo com a declaração de Aldair da Rocha, a titular da Deicor alega que ainda não foi informada oficialmente de que entraria nessa investigação.

A delegada Sheila Freitas foi a responsável por colocar um fim ao sequestro mais longo da história do Rio Grande do Norte, exatamente o do primo de Fábinho Porcino, o estudante Porcino Fernandes da Costa Segundo. “Popó” Porcino, como é conhecido, foi resgatado pela equipe da Deicor, liderada pela delegada, no dia 23 de julho do ano passado, na Praia de Pitangui, no litoral Norte potiguar.

O sequestro de “Popó” Porcino durou 37 dias e terminou com uma ação de 40 policiais. No dia em que foi encontrado, quatro sequestradores foram presos e um foi morto em confronto com a Polícia.

Por volta das 15h desta segunda-feira (10), o empresário Fabinho Porcino foi sequestrado na concessionária da Mitsubish, que ele administra na cidade de Mossoró, localizada a 285 quilômetros de Natal. Segundo a Polícia Militar, o sequestro teria sido praticado por um grupo de, no mínimo, oito homens armados. Fabinho é filho do também empresário Fabio Porcino e primo de Popo Porcino, que foi sequestrado há cerca de um ano, também na chamada “Capital do Oeste”.

A Polícia Militar também informou que os elementos estavam com roupas pretas, parecidas com as usadas por agentes da Polícia Federal, e usavam capuz para dificultar a identificação. Ao chegarem a concessionária, o grupo rendeu os funcionários e os prenderam numa das salas do local. Quando Fabinho saiu do escritório para saber do que se tratava aquela movimentação “estranha”, foi rendido, levou uma coronhada na cabeça e levado para um dos veículos que davam suporte ao grupo – seriam dois carros modelo CrossFox (preto) e Fox (branco).


Fonte: Portal no Ar

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