Um crime, aparentemente caracterizado como latrocínio, aconteceu na manhã de hoje numa residência da Travessa Geraldo Couto, Bairro Bom Jardim. A vítima foi o aposentado que também atuava no ramo de agiotagem, Pedro Amâncio Neto, 72 anos, mais conhecido como “Pedrinho”.
O crime aconteceu, aproximadamente, às 8h30, quando dois homens armados invadiram a casa da vítima, aproveitando o momento em que a empregada abriu o portão para colocar o lixo pra fora. Segundo informações colhidas no local de testemunhas, os dois homens já rondavam a casa desde cedo e aguardaram o momento certo para praticar a ação.
Ao entrar na residência os bandidos colocaram capuz e renderam seis pessoas, sendo quatro crianças de 4, 6 e 7 e 12 anos, além da empregada e da esposa da vítima Maria Diva Amâncio, 63 - de quem a dupla levou uma quantia estimada de R$ 300,00 que estava em sua bolsa. Os homens ainda levaram aparelhos de telefone celular.
Quando os homens estavam levando os reféns para um dos cômodos da casa, Pedro Amâncio entrou e foi surpreendido com os ladrões dentro de casa.
Segundo o relato de uma das vítimas, quando Pedro entrou que viu a ação tentou reagir colocando uma das mãos no bolso, momento em que sofreu um primeiro tiro de um dos homens. Em seguida o outro integrante da dupla disparou um segundo tiro. Pedrinho foi atingido com dois tiros na cabeça e morreu no local.
Ainda de acordo com o relato de uma das vítimas, os dois homens pareciam conhecer a família, pois insistiam para que fossem levados ao quarto onde era guardado o dinheiro. Os homens ainda perguntavam insistentemente por um filho de Pedro Amâncio com a seguinte frase: “Onde está marquinho? Onde está Marquinho?”.
Após atirar contra Pedrinho, a dupla fugiu em um carro tipo Fiesta de cor cinza que estava estacionado em uma esquina, próximo a residência da vítima. A polícia acredita que um terceiro integrante estivesse no carro aguardando para facilitar a fuga. Outro detalhe percebido por testemunhas, foi que o carro era de modelo novo e estava com a placa virada para dificultar a identificação.
PROVIDÊNCIAS
O cenário do crime foi protegido pela Polícia Militar e os delegados Edvan de Queiroz e Luiz Fernando Sávio, acompanhados de agentes da Polícia Civil estiveram no local colhendo informações sobre o crime. Se configurado crime de latrocínio, o caso será investigado pelo delegado Luiz Fernando, titular da Delegacia Especializada em Furtos e Roubos (DEFUR).
Fonte: Gazeta do Oeste
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
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