Em entrevista coletiva concedida à imprensa na tarde desta quinta-feira (2), o Superintendente Regionalda Polícia Federal Marcelo Mosele disse que ainda é cedo para falar que os réus da Operação Hígia são suspeitos do crime. Segundo ele, tais afirmações são muito prematuras, uma vez que o crime pode ter acontecido por várias motivações.
O superintendente disse ainda que algumas pessoas foram ouvidas, mas suas identidades não foram reveladas para não atrapalhar as investigações. “O leque ainda está aberto, colhemos algumas provas, e estamos trabalhando desde ontem a noite”, disse o superintendente da PF.
Ainda durante a coletiva foi anunciado que deverão ser instaurados dois procedimentos de investigação, um pela Polícia Federal, outro pela Polícia Civil, que vão trabalhar de forma conjunta neste caso.
Questionado se a greve dos policiais civis ia atrapalhar nas investigações, o secretário de Segurança Pública, Aldair da Rocha, disse que isso não vai acontecer, pois parte dos policiais que estão de serviço estão envolvidos no caso.
O responsável designado para o caso pela PF foi o delegado Elton Zanatta, delegado regional de combate ao crime organizado. Já pela Polícia Civil foi o delegado t Marcos Vinícius, titular da Delegacia de Homicídios (Dehom)
Suspeito
O homem que foi detido na noite dessa quarta-feira (1) sob suspeita de estar envolvido no crime do empresário Anderson Miguel foi liberado na tarde desta quinta-feira (2).
O Homem foi detido para averiguações, pois apresentava características semelhantes ao suspeito apontado por testemunhas. Segundo a PF, as pessoas chamadas para a acareação não reconheceram o homem como autor do homicídio.
Segundo a PF, com base no que foi dito por testemunhas, o suspeito tem em média 1,70m e 25 anos.
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