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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Exame confirma que padrasto acusado de estuprar enteada é pai de bebê

Após um ano do caso que chocou os moradores do município de Extremoz, na Grande Natal, em que uma adolescente de 17 anos que sofre de deficiência física e mental teve que se submeter a um aborto, após ter sido estuprada pelo padrasto, a polícia divulgou na tarde desta quarta-feira (1), o resultado do exame de DNA que confirma a paternidade do suspeito.

De acordo com o delegado Silva Júnior, titular da Delegacia do município, essa é uma prova irrefutável de que o padrasto da vítima é mesmo o autor do crime. O suspeito se encontra preso em um presídio provisório especial para crimes sexuais, na Zona Norte de Natal.

O delegado informou ainda que, a partir de agora deverão ser tomadas as medidas judiciais. Uma via do documento foi encaminhada para o juiz José Lira Dantas de Extremoz, responsável pelo caso. “O resultado do exame só confirma o que eu já sabia, nunca acreditei na inocência do suspeito”, declarou Silva Júnior.

Quanto ao tempo decorrido da prisão do suspeito até o resultado do exame, o titular de Extremoz disse que a demora se deu porque não havia nenhum laboratório habilitado para fazer a análise aqui em Natal, uma vez que o feto foi conservado em formol, o que dificultava a coleta para verificação.

Por esse motivo o exame teve que ser realizado no laboratório forense da Polícia Científica de Salvador, na Bahia. Silva Júnior informou ainda que a coleta foi realizada há pouco menos de dois meses, em virtude outros casos que já estavam agendados no laboratório.

Com isso o padrasto da adolescente será julgado e poderá ser condenado pelo crime de estupro de vulnerável.

O caso

O caso ceio a tona quando a irmã percebeu o crescimento da barriga e dos seios da vítima quando dava banho nela. "Vi que tinha algo estranho e avisei à minha mãe, que, inicialmente, achou que não procedia", disse a jovem na época. "Aí resolvemos chamar um médico, ele a examinou e constatou que estava gestante", completou.

Na mesma época, o acusado teria confessado para a mãe que o filho poderia ser dele, mas afirmou que não houve penetração e somente havia ejaculado na enteada. Após ser decretada a sua prisão preventiva, o agricultor foi preso e conduzido para um presídio na Zona Norte de Natal.


Fonte: DNonline

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