Quem via a dona de casa Carla Prisciana de Lima, 33, com um filho no colo durante um dia de visitas aos apenados do Complexo Penitenciário Estadual Agrícola Mário Negócio (CPEAMN) não poderia imaginar que ela estaria trazendo consigo drogas escondidas na vagina.
No entanto, foi o que ocorreu na manhã de ontem, quando agentes penitenciárias femininas pediram para revistar Carla Prisciana. As agentes já haviam sido alertadas de que a suspeita estava trazendo drogas acondicionadas num preservativo masculino escondido em suas partes íntimas.
Alertada que passaria por uma revista íntima, Carla Prisciana chegou a confessar que estava portando drogas, mas se negou a ser submetida à revista. Após muita insistência, a suspeita entregou seu filho às agentes e correu para o banheiro dos visitantes. Segundo as policiais, eles tiveram de arrombar a porta do banheiro para evitar que Carla Prisciana se livrasse das provas de seu crime.
Uma das agentes ainda tentou evitar que a droga entrasse pelo vaso sanitário, mas só conseguiu recolher a embalagem pós quebrar o aparelho.
Os agentes acreditam que a suspeita trazia mais drogas escondidas, mas como Carla Prisciana havia passado muito tempo no banheiro conseguiu se livrar da maioria do entorpecente. Na embalagem, havia três pedras de crack em um saco plástico, protegido por "camisinhas".
O diretor do presídio, major Francisco Alvibár, e o vice-diretor, tenente Manoel Lima, estiveram ontem na Delegacia Especializada de Combate a Narcóticos (DENARC) para acompanhar os procedimentos do flagrante. Segundo os membros da diretoria da unidade prisional, Carla Prisciana estava tentando levar a droga para o seu marido, o apenado Francisco das Chagas Ferreira Filho, que cumpre pena por tráfico, em regime fechado.
Carla Prisciana foi autuada por tráfico e depois recolhida para uma cela do presídio provisório feminino, localizado no prédio onde funciona a 2ª Delegacia de Polícia em Mossoró.
Fonte: Gazeta do Oeste
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